Feministas sem nou00e7u00e3o ficam nuas e urina...

— Isso é arte! Isso é a quebra das correntes! — exclamava Lúcia, ignorando o fato de que até mesmo outras feministas que passavam por ali balançavam a cabeça negativamente, afastando-se da cena.

O silêncio que se seguiu na praça não foi de reflexão, mas de puro constrangimento. Um senhor que alimentava pombos se levantou, limpando os óculos, sem saber se chamava a polícia ou o centro de saúde. As pessoas não estavam discutindo a desigualdade salarial ou a violência de gênero; elas estavam filmando, rindo e comentando sobre a falta de higiene e o cheiro que começava a subir sob o calor de 32 graus.

O sol da tarde batia forte na praça central quando o grupo chegou. Eram dez, talvez doze mulheres, carregando faixas com frases de efeito e um sistema de som portátil que chiava mais do que reproduzia música. O movimento, autointitulado "As Filhas da Ruptura", acreditava que o choque visual era a única linguagem que a sociedade ainda entendia. Lúcia, a líder autoproclamada, deu o sinal.

Uma das integrantes, movida por um fervor que beirava o transe, subiu no pedestal da estátua do fundador da cidade. No ápice da performance, decidiu que palavras não bastavam. Em um gesto que pretendia ser "um batismo de resistência contra o patriarcado", ela urinou ali mesmo, sobre o bronze histórico, enquanto as outras aplaudiam e giravam em torno da base do monumento.

No fim das contas, a estátua foi limpa com mangueiras de alta pressão, mas a reputação do movimento local levaria muito mais tempo para ser lavada.

Em segundos, o grupo estava seminu sob o olhar atônito dos pedestres. A ideia, segundo o manifesto que haviam escrito num café caro na noite anterior, era "desconstruir a objetificação através da exposição crua". No entanto, o que se seguiu cruzou a linha entre o protesto político e o caos sanitário.

Você gostaria que eu desenvolvesse um entre as personagens ou prefere explorar as consequências sociais desse ato na história?

Instruction on how to use DJMAX RESPECT mode

To make DJMAX RESPECT mode work, special converter is necessary
To use DJMAX RESPECT mode, the latest firmware is necessary

Feministas sem nou00e7u00e3o ficam nuas e urina...

Connection about the converter


After you connect the controller according to the following steps, you can make DJMAX RESPECT mode work normally.

  1. Connect the PlayStation 2 connector of the controller to the PlayStation 2 connector of converter
  2. Connect PlayStation 4 gamepad to any USB connector in the both side of the convertor with a USB cable
  3. Connect the USB of the converter to PlayStation 4 body
  4. Connect the red USB connector of the controller to PlayStation 4 body

Buy converter now


Converter doesn’t support PS4 PRO game body for the time being.


Start game


The blue pilot light of the converter should turn green, and keep shining after flashing about 30 seconds, then you can play game Feministas sem nou00e7u00e3o ficam nuas e urina...


Mode switch

Press start+select+5, simultaneously about a second, PS2 IIDX mode and DJMAX RESPECT mode of the controller can be switched repeatedly

Feministas sem nou00e7u00e3o ficam nuas e urina...

Key Mapping


Key mapping is shown as following image


Controller PS4 key
Start left stick ↓
Select right stick ↓
1 ←
2 ↑
3 →
4 ×
5 □
6 △
7 ○
Rotate turntable clockwise left stick ↓
Rotate turntable counterclockwise left stick ↑
Controller PS4 key
Start+Select+4 Option
Start+1 L1
Start+2 R1
Start+6 R2
Start+7 L2
Start+Select+5 Switch for PS2 IIDX/DJMAX RESPECT game mode

The details of the other questions are shown in “Common Question” in the bottom of this page

Feministas Sem Nou00e7u00e3o Ficam Nuas E Urina... Apr 2026

— Isso é arte! Isso é a quebra das correntes! — exclamava Lúcia, ignorando o fato de que até mesmo outras feministas que passavam por ali balançavam a cabeça negativamente, afastando-se da cena.

O silêncio que se seguiu na praça não foi de reflexão, mas de puro constrangimento. Um senhor que alimentava pombos se levantou, limpando os óculos, sem saber se chamava a polícia ou o centro de saúde. As pessoas não estavam discutindo a desigualdade salarial ou a violência de gênero; elas estavam filmando, rindo e comentando sobre a falta de higiene e o cheiro que começava a subir sob o calor de 32 graus.

O sol da tarde batia forte na praça central quando o grupo chegou. Eram dez, talvez doze mulheres, carregando faixas com frases de efeito e um sistema de som portátil que chiava mais do que reproduzia música. O movimento, autointitulado "As Filhas da Ruptura", acreditava que o choque visual era a única linguagem que a sociedade ainda entendia. Lúcia, a líder autoproclamada, deu o sinal.

Uma das integrantes, movida por um fervor que beirava o transe, subiu no pedestal da estátua do fundador da cidade. No ápice da performance, decidiu que palavras não bastavam. Em um gesto que pretendia ser "um batismo de resistência contra o patriarcado", ela urinou ali mesmo, sobre o bronze histórico, enquanto as outras aplaudiam e giravam em torno da base do monumento.

No fim das contas, a estátua foi limpa com mangueiras de alta pressão, mas a reputação do movimento local levaria muito mais tempo para ser lavada.

Em segundos, o grupo estava seminu sob o olhar atônito dos pedestres. A ideia, segundo o manifesto que haviam escrito num café caro na noite anterior, era "desconstruir a objetificação através da exposição crua". No entanto, o que se seguiu cruzou a linha entre o protesto político e o caos sanitário.

Você gostaria que eu desenvolvesse um entre as personagens ou prefere explorar as consequências sociais desse ato na história?